quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Garfiaram a guitarra do Adrian Smith...

Marcou bobeira perdeu playboy..... Huahuahauhauahuahauhau

Mas coitado do Adrian, a bichinha era de estimação!








"Após uma apresentação do Iron Maiden na Grécia, a guitarra de Adrian Smith, desapareceu.

Por causa do problema, ocorrido no último final de semana, o músico anunciou que está disposto a pagar para quem devolver o instrumento.

A guitarra Jackson, modelo strato branca, faz parte da linha personalizada pelo próprio Smith.

Através do site oficial do grupo, um apelo está sendo divulgado, pedindo para que os fãs procurem pela guitarra. O Iron promete recompensar a pessoa que achar e devolver o instrumento com um casaco oficial e um bilhete de agradecimento de Smith."

Fonte:

Cifra Club Terra

CDX

Garagem apertada....

É foda... lá em casa estamos amontoando os carros, porque não tem espaço para guardar.


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terça-feira, 5 de agosto de 2008

Títulos de filmes pornôs!


Como não tenho nada pra fazer, estou listando aqui os melhores títulos de filmes pornôs que já tive conhecimento.

Essa história de listar títulos toscos começou a muuuito tempo atrás, quando eu trabalhava na Biblioteca Municipal, juntamente com Renatão e Cardosão.

Nós passávamos horas lendo sinopses de filmes naqueles guias de cinema antigos..... e sempre os títulos de filmes pornôs mereceram uma atenção especial. Os melhores são sem dúvida os que nos brindam com um trocadilho de duplo sentido ou fazem menção a filmes de ficção científica...


Lá vamos nós:


- Emmanuelle versus Drácula: Único erótico do nosso listão, uma homenagem a grande Emmanuelle que já embalou a punheta de muitos por aí.... Esse é um entre muitos títulos toscos da série que surgiu em 1969 (meia nove, sacou?!).

- Quando Abunda Não Falta : pornô nacional oitentista com muita mulher baranga!

- Sakura Boquetcaptors: pra quem é chegado em uma japonesinha...

- A Mulher Que Se Disputa: supimpa! Pode falar o que for, mas nada como a língua portuguesa para proporcionar um trocadilho desses!

- Sete de Paus: pra quem acha que baralho e sacanagem não se misturam.

- Analstácia: grande homenagem a Disney, que sempre fez pornografia, porém subliminar.

- Penetrando Nemo: outra homenagem sacana a Disney.

- Jurassic Peitos: Sem comentários...

- Piróquio: Huahauhauahuahua...título simples, direto, de duplo sentido e que me fez rir muito.... simplicidade minha gente... simplicidade!

- O Exterminador do Pau Duro: Em um futuro próximo as máquinas vão dominar o planeta, e uma ereção será enviada do futuro pra descer o pau na única esperança da humanidade... Se cuida Sarah Connor!

- As Aventuras de Gozo no Rio: com ótimas locações no Morro Do Alemão e participação especial das tchutchucas do baile funk.

- Bozo: o Palhaço Traquino : Imagina isso cara!

- 3 Horas Sem Tirar: Holy Shit!

- Pica ‘n’ Nick: óóótimo título! Trocadilho da melhor estirpe possível!

- Pênis, o Penetrinha: Kakakakaka... em homenagem ao SBT.

- Nervos de Aço: brasileirão, da produtora Pau Brasil. Não precisa dizer mais nada!

- A Mão que Balança o Bráulio: fala sério.

- Picamon: Pica-pica!

- As Aventuras da Chupalin Colorada: Essa torce para o Internacional.

- Sai Branco, Cacique Também Quer Dar Metida: temática indígena, politicamente correto.

- Jorrada nas Estrelas: eita porra!

- Metrix: muito bom!

- Férias na Fazenda do Titio Fritz: é de se imaginar que o Fritz deve ser um puta alemão com uma mega jeba! Huahauhauhauahuahua ...ri muito desse título também.

- O Grelo Falante: Brutal!

- Axé Devasso Minha Bunda tem Dendê : a pergunta seria: o quê que a baiana tem?

- M.I.B.- Membros In Bunda: Tommy Lee Jones tinha que ver isso!

- Sorria, Você Está Sendo Penetrada: Magavilha!

- O Senhor dos Anais: a Irmandade do Anal : imagina os outros dois filmes da série!

- In Diana, Jones: Esse título é incrível, mas só pode ser entendido no original, inclusive com a correta colocação da vírgula! Vale dizer que a capa do DVD traz a Diana, uma loirinha com cara de safada, e ao fundo um negão descomunal (que é o Jones!).

- Arrombada: Eu Vou Mijar na Porra do Seu Túmulo! : Não se trata de um filme pornô, mas esse título do filme do Peter Baiestorf é um dos melhores que já vi! Não poderia deixar de mencioná-lo.



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Como piratearam meu pau...


Texto de Alessandro Martins, do blog Cracatoa.com.br


Ele demora para atender, como sempre.

- Thiago, preciso fazer uma escultura.

- Claro… posso fazer pra você.

Tenho amigos mui solícitos.

O momento da dúvida, o favor prometido antes mesmo de sabido:

- Er… que escultura? - pergunta ele.

- É algo como uma escultura, não é bem isso… é… é de uma parte do meu corpo.

- Sei. Que parte?

- Eu digo quando chegar aí, ok?

- Péra. Diz agora!

- Tá. Ok… preciso de uma escultura do meu pau.

Silêncio do outro lado da linha.

- Do quê? Acho que não entendi direito…

- Do meu pau, Thiago… cara você é o único que conheço que entende dessas coisas. Só você pode me ajudar… e é o único de confiança que não vai espalhar essa história.

Era quase possível ouvir as engrenagens do cérebro de meu amigo engenhando todas as implicações daquela tarefa.

- Certo. Você está louco.

Não eu não estava. Acho.

- Meu você sabe que eu vou ter que fazer um molde desse negócio.

Eu não lembrava desse detalhe.

Ele continuou a explicar. Basicamente ele teria que cobrir meu pau com um tipo de borracha - na verdade é um negócio chamado alginato, mas, ok vamos chamar de borracha -, que solidificaria em temperatura ambiente. Depois de seca, ela seria usada como negativo a fim de produzir uma ou mais cópias iguais ao original que tenho entre as duas pernas.

Porém, para fazer isso, primeiro eu teria que ficar de pau duro. E ele teria que, comigo nesse estado, passar a tal borracha líquida que, em temperatura ambiente, ficaria também dura.

A perspectiva de ter um homem passando um negócio no meu pinto - com uma espátula que fosse - não me animou.

- Não tem como fazer isso comigo anestesiado?

- Cara. Eu sou artista plástico. Não cirurgião. E, depois, se fosse possível quem preferiria ser anestesiado seria eu.

Tentei ser prático:

- Não tem como fazer como aqueles escultores antigos… Michelângelo? Eu fico ali na sua frente e você esculpe a coisa no mármore, com cinzel e martelo.

- Não vai ficar igual.

Os artistas modernos têm muitas dificuldades técnicas, pensei comigo. Mas não falei, para não magoá-lo nesse momento tão delicado.

Precisei explicar para ele. Dali a dois dias eu teria que fazer uma viagem de uma semana. Acontece que um mês antes eu comecei a sair com uma garota. Uma gostosa. Dessas de sair lágrimas dos olhos quando se olha pra ela. Emoção mesmo. Levei um tempo para levá-la para cama. Finalmente, tive sucesso. E sucesso não é apenas uma expressão. Ela ficou louca. Trepamos todo dia, pelo menos duas vezes.

Quando falei da viagem, distraidamente - enquanto observava o suor escorrer das paredes e os vidros embaçados da janela -, ela entrou em crise.

Disse que não iria aguentar. Que teria crises de abstinência. Que iria perder o emprego. Que teria que se aposentar por incapacidade. E que, muito pior, teria que dar para o primeiro que aparecesse na sua frente para me substituir.

Eu tentava acalmá-la, enquanto procurava eu mesmo me rearranjar daquela inesperada reação, quando a idéia surgiu. Eu deixaria uma cópia exata do meu pau para ela. Assim, eu poderia ligar-lhe toda noite e ela, com a cópia, meteria, digo, mataria a saudade.

E assim estava eu precisando da confidência de meu amigo escultor para tentar resolver o problema.

- Talvez não seja necessária a escultura - disse ele. - Se você quiser eu posso cuidar dela enquanto você viaja.

Claro que eu sabia o que isso poderia significar.

- Não, Thiago. Prefiro fazer um molde em chumbo derretido se for preciso.

Não era preciso.

- Está bem. Vou precisar que você compre o material.

Eu precisaria de 10 quilos da tal borracha - que lembrava aquele negócio que os dentistas usam para tirar o molde dos dentes -, obtida misturando uns produtos químicos.

- Dez quilos? Cara, tudo bem que eu fui um tanto privilegiado pela natureza, mas não é um pouquinho demais?

- Não. Eu tenho um plano para evitar qualquer contato físico com o modelo.

O ora modelo era meu pau.

Como ele não queria correr o risco de ser apanhado pela namorada nesse tipo de atividade, não fizemos o negócio na casa dele. Iríamos, naquele fim de semana à faculdade de artes, onde ele tinha acesso a um atelier que, naquele dia, estaria - supostamente - vazio. Além disso, muito do material que ele precisaria estaria ali.

Fui buscá-lo em casa.

Ele me estendeu duas pílulas.

- O que é isso?

- Viagra.

- Tá louco? Nunca precisei disso!

- Pois agora precisa. O negócio, na quantidade que vamos usar, demora para secar. Se você não ficar com esse pau duro por tempo o suficiente vamos perder o trabalho e o material todo.

- Mas duas?

- É pra garantir.

Tomei as duas pílulas.

No atelier ele montou todo o esquema. Colocou sobre dois cavaletes duas tábuas. Separadas, elas deixavam um vão entre elas. Pegou um balde, misturou os ingredientes nele e fez a mistura e colocou entre as duas tábuas.

- Agora preste atenção. Você tem pouco tempo, pois o material vai começar a se solidificar. Você vai fazer o seguinte. Quando ficar de pau duro, deite sobre as duas tábuas e coloque o seu pau no vão e enfie o pau no balde. A partir daí não se mexa e nem pense em ficar com o pau mole.

Comecei a baixar as calças.

- Espere aí - ele disse - não pense que eu vou ficar para ver isso. Já não basta que vou ter que ajudar você a tirar o balde para não perder o molde.

Ele saiu. Disse que ficaria vigiando a porta para evitar surpresas. Por mais que modelos nus fossem comuns na faculdade de artes, um sujeito com o pinto enfiado em um balde era um pouco demais para um sábado de sol.

Elevei meus pensamentos e com poucas balançadas, mesmo na situação pouco amistosa, consegui uma respeitável ereção graças aos dois comprimidos. Parecia mármore.

Deitei-me e acomodei o pinto na substância, que cedeu e o envolveu completamente.

Era geladinho.

Aliás era geladinho até demais.

Era menta. Eu devo ter comprado o tipo de negócio usado para dentistas.

Um adolescente, quando descobre a punheta, começa a inventar. Se você é do tipo aventureiro, deve saber a sensação de se passar pasta de dente no pau. Lavar é pior, pois a refrescância duradoura só aumenta. E o sorriso não é dos melhores.

Era aquilo que eu comecei a sentir.

Gritei de lá de dentro:

- Cara… demora?!

Ele colocou a cabeça para dentro, pela fresta da porta.

- Shhhh! Quer que alguém escute? - fez uma pausa - Putz. Eu esqueci a câmera fotográfica… - completou com um sorrisinho.

Decerto, queria registrar o momento para a posteridade.

Explicou-me que iria demorar uma meia hora ainda, pela quantidade de produto usada. Apagou a luz da sala - para eu relaxar melhor - e voltou para seu posto de vigilância.

Continuei a elevar meu pensamento a fim de manter a ereção e evitar imaginar que meu pau era uma pastilha de halls preto gigante.

Estava até obtendo sucesso. Comecei a relaxar mesmo e a curtir aquilo, sentindo-me já quase em casa.

Foi quando, de olhos fechados, percebi que o Thiago entrou e acendeu a luz.

Eu comentei:

- Sabe cara, nunca pensei que um dia eu estaria numa faculdade de artes com o pau enfiado em um balde cheio de borracha sabor menta.

Silêncio. Estranho. Depois de um comentário desses meu amigo deveria falar alguma coisa ainda pior, como de costume.

Olhe para o lado e vi uma garota. Pelo que lembro, usava óculos. Tinha deixado cair uns papéis no chão e estava de boca aberta. Parecia em estado de choque. Buscava algum trabalho que havia esquecido ali na sexta-feira.

Atrás dela, apareceu o meu amigo. Tinha ido procurar uma câmera. Segurou o ombro da garota, com calma, e disse-lhe próximo ao ouvido em um tom um tanto desalentado.

- Nem pergunte.

Torci para que ela sofresse algum tipo de amnésia traumática para seu próprio bem.

Thiago entrou e fechou a porta atrás de si.

- Acho que está bom.

- Ufa. Não agüentava mais.

- Bem, vamos tirar esse negócio. Eu vou segurar o balde. Você agora precisa se levantar o mais próximo do… er… “ângulo de entrada” possível. E, devagar. Para não estragar o molde.

Fiz como instruído. Quando saiu, ouvimos um som oco, tipo “flop”, provocado pelo vácuo.

Vesti a calça e olhamos para o nosso trabalho. Aquele buraco era o meu pau no universo paralelo, a versão negativa dele, uma das partes mais importantes de mim como ela seria no mundo bizarro. Tinha cheiro de menta.

A partir disso ele poderia fazer diversas cópias do meu pau. Em gesso, em látex e disse, que se eu quisesse, com um pouco mais de trabalho, poderia fazer uma até mesmo em bronze. Eu respondi que deixaríamos o bronze apenas para os badalos dos sinos.

No fim, a coisa deu certo. Eu pude deixar uma cópia de meu pau com a gostosa e, pelo que vi, ela ficou bem feliz com o resultado. Meses depois, porém, terminamos. Mas isso não vem ao caso.

A surpresa mesmo veio depois de um ano.

Assistindo um filme pornô uma coisa chamou minha atenção. Uma das atrizes brincava com um pau de borracha que me pareceu muito familiar.

Se tem uma coisa que eu conheço é meu pau.

Aliás, conheço meu pau como a palma de minha mão.

E era isso. A atriz estava com uma cópia do meu pau. Olhei na capa do DVD e a produção era tailandesa. Não me pergunte como eu fui alugar um filme pornô tailandês. Pergunte-me antes como foi que uma cópia de meu pau foi parar na Tailândia.

Dei uma pausa em um momento em que se podia ver a coisa de perto. Coloquei o pinto do lado da tela. Eram irmão gêmeos, de fato, inclusive as veias. Só que o outro era rosa-choque.

Liguei para o Thiago. Ele contou-me que depois de ter feito as cópias, esqueceu algumas por lá. Esqueceu o molde também. Óbvio que tudo sumiu.

Mais tarde descobrimos que a tal garota de óculos que nos flagrou havia começado recentemente a fazer um bico como balconista sex shop ali perto.

Foi fácil ligar os pontos. Mas de comum acordo preferimos nem reclamar nem tirar satisfações.

Nem imagino que intrincada cadeia de ações e reações levou a isso, mas de qualquer maneira, para a coisa ter chegado à Tailândia, hoje cópias de meu pau devem estar espalhadas por aí, pelo mundo inteiro.

Talvez sua namorada já tenha brincado com uma delas.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Show do Judas Priest e Wacken no Brasil.....





É moçada... parece que zuou mesmo o show do Judas Priest. A Ticketmaster não voltou atrás . Quem tentou conseguir maiores informações afirma que as datas serão remarcadas em lugar maior (espero que sim!).

Outros dizem que o Judas teria adiado a vinda ao Brasil para o ano que vem, mais especificamente para os dias 17 e 18 de maio de 2009 quando ocorrerá o Wacken Brazil.

Sim! Dizem que o Wacken vai ter uma edição especial no Brasil com dois dias de festival....

Ou seja, não temos nada de concreto de lado nenhum.... mas a esperança é a última que morre! O negócio é ir juntando grana.... porque se o Judas não vier, outras grandes bandas (com ingresso caro) virão!


CDX

sábado, 2 de agosto de 2008

Judas Priest : mistério....


Um dia depois de colocar no seu site as datas para novembro do Judas Priest, a Ticketmaster misteriosamente tirou do ar as datas!

Chegou inclusive a divulgar os preços (que para a pista seria de 160 reais cada dia), mas horas depois a Ticketmaster tirou tudo do ar referente a Judas...

A dúvida é: será que teremos mesmo esse show no Brasil? Torcemos que sim.....

Mas o mistério continua.... visto que o site oficial também não se manifestou.


CDX

Truques para abastecer seu Maverick...

... e qualquer outro carro também :)


*1º.Truque: Encher o tanque pela manhã cedo.*

A temperatura ambiente e do solo é mais baixa. Todas as estações de serviço têm seus depósitos debaixo terra. Ao estar mais fria a terra, o volume da gasolina e do diesel é menor. O contrário se passa durante o dia, que a temperatura do solo sobe, e os combustíveis tendem a expandir-se. Por isto, se você enche o tanque ao meio dia, pela tarde ou ao anoitecer, o litro de combustível não será um litro exatamente. Na indústria petrolífera a gravidade específica e a temperatura de um solo tem um papel muito importante. Onde eu trabalho, cada carregamento de combustível nos caminhões é cuidadosamente controlada no que diz respeito à temperatura. Para que a cada galão vertido na cisterna do caminhão seja exato.

*2º Truque: Quando encher o tanque, não aperte a pistola ao máximo.*

Segundo a pressão que se exerça sobre a pistola, a velocidade pode ser lenta, média ou alta. Prefira sempre o modo mais lento e poupará mais dinheiro. Ao surtir mais lentamente, cria-se menos vapor, e a maior parte do vertido converte-se num cheio eficaz. Todas as mangueiras surtidoras devolvem o vapor ao tanque. Se encherem o tanque apertando a pistola ao máximo uma verdadeira percentagem do precioso líquido que entra no depósito se transforma em vapor e volta pela mangueira do surtidor ao depósito da estação. Com o qual, conseguem menos combustível pelo mesmo dinheiro.

*3º Truque: Encher o tanque antes que este baixe da metade.*

Quanto mais combustível tenha no depósito, menos ar há no mesmo. O combustível se evapora mais rapidamente do que você pensa. Os grandes depósitos cisterna das refinarias têm tetos flutuantes no interior, mantendo o ar separado do combustível, com o objectivo de manter a evaporação ao mínimo.

*4º Truque: Não encher o tanque quando o posto estiver sendo reabastecido e nem imediatamente depois.*

Se você chega no posto de serviço e vê um caminhão que está repondo os tanques subterrâneos, ou acaba de reabastecer, evite, se puder, abastecer na bomba referente a este tanque nesse momento. Pois ao reabastecer os tanques, remove-se o combustível restante nos mesmos e os sedimentos do fundo. Assim sendo você corre o risco de abastecer combustível sujo.


* O autor deste texto trabalha numa refinaria há 31 anos.

CDX

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Show: JUDAS PRIEST em Novembro!


Cacete de agulha!!!! Pelas barbas do profeta!!!!!!

Nada de oficial ainda.... mais a Ticket Master soltou uma que arrepiou os cabelos do saco: haverá Judas no Brasil com duas datas em Sampa!!!!!

Será dia 15 e 16 de novembro! A Tour vem depois de passar pela Europa, na divulgação do novo album Nostradamus!!!!


O site oficial ainda não confirmou.... a Ticket Master ainda não soltou preços.....


Vamos aguardar ansiosos!


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Adeus grande Kengo...

Nosso amigo Kengo nos deixou .... mas a luta de família dele continua ... quem puder ajudar... e quem ajudou, pode ter certeza que o Kengo agradece, esteja onde estiver.


Texto retirado do Orkut:

"Nosso amigo Kengo (vocalista da Gramofone e de tantas outras bandas que nem da pra contar) se foi, mas a família dele ainda precisa de doadores de sangue, é preciso de mais de 100 doadores para quitar tudo. Peço para quem possa doar, que vá ao Hospital do Câncer, ao lado do Hospital Paraná, na Avenida Teixeira Mendes em Maringá.
Na hora de doar, informar que é pro paciente Kengo Dalmo Senda.
A família do fantástico Kengo vai agradecer muito."


Obrigado!

CDX

Vídeo da Semana: Grande Horton....


Primeira animação pornô da história....

Contribuição generosa do nosso amigo Pinga!


Vejam logo antes que o You Tube tire do ar!

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quarta-feira, 30 de julho de 2008

Foto da Semana: Ferrari mais esquisita do mundo!





Sem dúvida foi a Ferrari 512 S Modulo 1970. Na verdade esse carro nem chegou a ser fabricado (ainda bem que alguém flagrou a merda antes! Ufa!)

Parecendo um disco voador, certamente o Pininfarina tinha tomado todas quando resolveu desenhar o carro.

É um exemplar único, visto que é um protótipo e deve custar milhões (não se sabe ao certo quanto valeria em um leilão, pois o carro pertence até hoje à Ferrari e está em seu museu).

Mas não se engane: por baixo dessa carroceria branca tosca (nem pra ser vermelha!) está um legítimo motor Ferrari V12 de 5.0 e 550 cavalos!


Mais infos no site:

http://www.ultimatecarpage.com/car/153/Ferrari-512-S-Modulo.html


CDX

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Zombie Defence!


Em homenagem ao amigo Pinga.... um joguinho viciante de zumbis!

Graficos extremamente toscos.... sonorização idem!


Simples mas eficaz!




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Album da Semana: Batalhão Infernal (2006) - Comando Nuclear


Album: Batalhão Infernal

Artista: Comando Nuclear

Ano: 2006

Categoria: estúdio


Faixas: 9

Créditos: Ron Cyngnus (vocals) / Filippe Lawmaker (guitar) / Rodrigo Exciter (bass) / Erick MadDog (drums).




Banda de Sampa de Heavy Trash Speed Metal muito legal com altas influências oitentistas e letras em português. A banda foi formada em 2001 e tem esse debut de 2006 intitulado Batalhão Infernal !

Achei muito legal pois a maioria das bandaS de Metal que cantam em português são de duas décadas atrás! Muito raro novas bandas que mantêm essa linha de som em pleno os anos 2000!

Destaque para a faixa título! Bem que o Juninho ou o Stone podia trazer os caras aqui para Maringá!



Download!

My Space


Link do Rock Detector



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terça-feira, 15 de julho de 2008

Personalidade da Semana: Pica Pau



Sempre achei o Pica Pau um tremendo sacana degenerado....

Tirando aqueles episódios em que é um Pica Pau mais LSD, igual esse da foto abaixo.....






O cara só sacaneava a galera.

Mas fica aqui minha homenagem. Certamente muitos passaram a procurar razão no alcool depois de ter sua infância perturbada por esse bicho nada haver!



CDX

Sonho meu...



Sonho de todo dono de Maverick :)


CDX

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Lei Seca é o cacete!

Ótimo artigo encaminhado pelo nosso amigo Rafão.....

A lei seca e direito de locomoção de todos nós

Rizzatto Nunes - Desembargador
De São Paulo

Dou hoje minha opinião, que será estritamente jurídica sobre a atual lei seca que está dando o que falar. Deixo claro desde logo que, sinto-me bastante à vontade para tratar do assunto do modo como farei, porque na minha coluna de 04 de fevereiro deste ano, aqui publicada, tinha elogiado a posição do Governo Federal em proibir a venda de bebidas alcoólicas à beira das estradas, como continuo acreditando que é preciso ir além: penso que de deve proibir a venda desse tipo de bebida em supermercados, permitindo a venda apenas em locais específicos e autorizados em que só entrem maiores de idade; penso também que deve ser proibida toda publicidade de bebidas alcoólicas etc. O Estado deve mesmo fazer algo, mas sempre respeitando as garantias constitucionais de um verdadeiro Estado de Direito.

Quando era estudante da graduação em Direito na PUC/SP, nos idos dos anos setenta, sonhava - todos nós sonhávamos - um dia ver a democracia real instituída no Brasil.

A ditadura acabou, vieram as eleições livres e diretas e ficamos esperando. Quando surgiu a Constituição Federal de 1988, nossa esperança aumentou: afinal era o melhor, mais democrático, mais livre e mais claro e extenso texto de garantias ao cidadão jamais estabelecido antes por aqui. Uma luz verdadeira se acendia dentro do túnel.

Muito bem. O tempo passou e se percebe que ainda é difícil estabelecer-se um real Estado Democrático de Direito. Como estudante de direito já há 33 anos ficou triste e até, diria, um pouco descorçoado.

É incrível como o Poder, em todas as esferas, viola com seus procedimentos as garantias constitucionais. Foi-se a ditadura, mas permaneceu a mentalidade profundamente enraizada do autoritarismo.

As ações policiais, por exemplo, muitas vezes parecem ter como técnica de controle e investigação apenas e tão somente o espalhafatoso instrumento das blitze, que normalmente produzem muito pouco resultado além do espetáculo e de atrapalhar a vida dos cidadãos, que já têm muita dificuldade de se locomover pelas ruas das cidades.

Veja o caso da atual e chamada lei seca e das ações praticadas contra os cidadãos de bem. A pessoa é parada na via pública pela polícia, apenas e tão somente porque acabou de sair de um restaurante. Pergunto: qual o elemento objetivo e legal que permite esse tipo de abordagem? Nenhum. Não há suspeita, não há comportamento perigoso, não há desvio de conduta nem manobra capaz de causar dano a outrem.

Há, apenas, o fato de estar dirigindo um veículo após ter saído de um estabelecimento comercial ou nem isso: apenas porque está passando naquele local naquele momento. Isto é, trata-se de uma circunstância corriqueira de exercício da cidadania. Nessas condições a abordagem é ilegal. É assombroso, para dizer o mínimo.

De onde o Estado extrai o direito de evitar a locomoção de um pai de família que sai para jantar com sua esposa ou filhos? Ou com amigos, depois de um árduo dia de trabalho?

Dou exemplo de quando é possível a abordagem: se a pessoa entra cambaleando num veículo para dirigi-lo, eis o dado objetivo. Nesse caso o policial é testemunha ocular e tem o dever de agir. Ou, se o veículo faz zigue-zague na rua, é preciso pará-lo. Na verdade, se é para fazer blitz, então é muito mais simples manter policiais em cada porta de bar, danceteria, boate, discoteca, rave ou o que seja e impedir que o ébrio entre no veículo.

Mas, se a pessoa está na rua livremente, apenas exercendo seu direto de locomoção assegurado constitucionalmente, não pode ser abordado e nem se lhe pode impingir conduta que ele não se disponha a fazer, sem base objetiva para tanto, como por exemplo, exigir o teste do bafômetro.

Eu digo isso, apenas e tão somente porque as leis não estão sendo cumpridas. Vamos a elas, então.

Em primeiro lugar, leia a nova redação do artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB): 'Art. 306. Conduzir veículo automotor, na via pública, estando com concentração de álcool por litro de sangue igual ou superior a 6 (seis) decigramas, ou sob a influência de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência'.

Muito bem. Trata-se de um crime de perigo, mas perigo concreto real, ao contrário do que as autoridades policiais estão adotando. O Professor Luiz Flávio Gomes, em artigo publicado no site Migalhas, deixou clara qual deve ser a interpretação do referido dispositivo.

Diz ele que não basta ter ingerido certa quantidade de álcool. É preciso também estar sob influência dele. Isso porque, conforme ensina o professor, a segunda parte da regra legal ('sob influência de qualquer outra substância...') deve valer também para a primeira parte que trata do álcool. E ele está certo, pois a disjuntiva 'ou' remete o conteúdo da segundo parte do texto à primeira parte.

Dou também outra razão: a própria lei 11.705 que alterou o CTB assim o diz. O seu art. 7º alterou a lei 9.294/96 modificando a redação do art. 4º-A dessa lei, que passou a ter a seguinte dicção: 'Art. 4º-A Na parte interna dos locais em que se vende bebida alcoólica, deverá ser afixado advertência escrita de forma legível e ostensiva de que é crime dirigir sob a influência de álcool, punível com detenção.' (grifei)

Pergunto: o que significa 'estar sob influência'? O professor Luiz Flávio Gomes responde: estar sob influência exige a exteriorização de um fato, de um plus que vai além da existência do álcool no corpo.

No caso em discussão, esse fato seria a direção anormal. No exemplo que dei acima, a direção em zigue-zague. Caso contrário, como diz o citado jurista, estar-se-ia violando o princípio constitucional implícito da ofensividade, pois a mera ingestão de álcool sem significar perigo concreto ainda que indeterminado, geraria tipo penal de um crime abstrato, algo inadmitido no direito.

E, em reforço lembro, citando mais uma vez o professor, que para a caracterização da infração administrativa, o art. 165 do CTB, também alterado, dispõe: 'dirigir sob influência do álcool'. Logo, se para a mera infração administrativa (que é o menos) há que se constata influência, para o crime (que é o mais) com muito maior razão.

Pergunto agora: Pode a polícia parar o veículo e submeter toda e qualquer pessoa ao exame do bafômetro? A resposta é não e por vários motivos. Primeiro, porque para abordar qualquer cidadão é preciso lei que autorize ou dado objetivo que permita. O direito de locomover-se livremente é assegurado constitucionalmente (Art. 5º, XV, CF).

Segundo, porque ainda que o motorista tenha ingerido álcool, isso não basta, pois deve se poder constatar um fato objetivo que gere perigo concreto, real decorrente de sua influência.

Terceiro, porque ninguém está obrigado a produzir provas contra si mesmo. Se em algum caso, puder se constatar a influência do álcool por elementos exteriorizados objetivamente, então, nesse caso, a prisão há de ser feita com base em testemunhas e não mera suspeita infundada do policial ou por ordem direta de seus superiores que criaram uma suspeita em abstrato e geral.

Porém, digo mais. Guardados os limites de cada caso de abordagem, pode se dar outro crime: o de abuso de autoridade. A lei 4.898 define os crimes de abuso de autoridade (ironicamente é uma Lei do período autoritário: 09 de dezembro de 1965). Dentre eles, destaco o atentado à liberdade de locomoção e o atentado à incolumidade física do indivíduo (art. 3º, 'a' e 'i').

É um crime doloso, que demanda ânimo de praticá-lo e pode se dar também por omissão, como demonstram, as várias decisões judiciais condenando administradores públicos em geral elencadas pelos Profs. Gilberto e Vladimir Passos de Freitas no livro 'Abuso de Autoridade' (Publicado pela Editora Revista do Tribunais, 9ª, ed, SP:2001).

Assim, se o indivíduo não está praticando nenhum delito, a autoridade fiscal ou policial não pode levá-lo preso. O crime pode estar sendo cometido tanto pela autoridade que lhe prende, como pela que não lhe solta. É possível, pois, processar a autoridade pelo crime de abuso.

No assunto atual das blitze de lei seca, pode surgir uma dúvida em relação à quem está praticando o abuso, pois o policial civil ou militar está cumprindo ordem superiores. Nesse caso, se a ordem não é manifestamente ilegal, quem comete o crime é o comandante da operação ou seus superiores, que pode chegar até mesmo ao Secretário de Estado responsável, pois desses se espera o cumprimento estrito do sistema constitucional em vigor.

De todo modo, deixo anotado que o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, disse com todas as letras que 'sendo exigível dos agentes da lei o conhecimento da garantia constitucional de que ninguém, salvo o flagrante, pode ser detido e preso a não ser por ordem da autoridade judiciária competente, seu descumprimento configura abuso de autoridade manifesto, que não exime de responsabilidade o superior e seus subordinados' (Decisão publicada na revista RJTJRS 170/138 e citada na obra dos irmãos Passos de Freitas).

O trágico nessa história é que, enquanto cidadãos de bem são abordados por policiais armados em alguns pontos das cidades, em outros pontos cidadãos de bem estão sendo assaltados por bandidos armados. Em comum a violência e o abandono.

Afora o fato de que esse tipo de blitz acaba deixando um rastro. Quando elas cessarem, porque cessarão, deixarão no ar a possibilidade da ilegal abordagem de quem quer que seja e, nesse momento, os policiais menos escrupulosos aproveitarão para 'engordar o caixa'. Mais um procedimento que facilita a corrupção. Outra coisa para se lamentar.

Não posso, como professor de Direito, depois de quase trinta anos de magistério, ficar tranqüilo com o que vejo. Aliás, nem eu nem ninguém que estude direito, porque ao invés de ver surgir o tão almejado Estado de Direito Democrático, o que assisto todo dia e cada vez mais é uso de um modelo de ação estatal que não tem na lei maior, infelizmente, sua base.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Filme da Semana: The Lost Skeleton of Cadavra (2001)



Título Original: The Lost Skeleton of Cadavra
Gênero: Ficção Científica / Comédia
Tempo de Duração: 90 minutos
Ano de Lançamento (USA): 2001

Direção: Larry Blamire

Elenco: Larry Blamire, Jennifer Blaire, Brian Howe, Andrew Parks, Fay Masterson .


Essa é uma grande homenagem aos filmes classe B (vulgo trashão) da década de 50 e 60. Apesar de se tratar de uma produção recente (de 2001) ele é feito para parecer "de época" , filmado em preto e branco e com figurinos e cenários condizentes.

E como homenagem a esse tipo de cinema, não poderia faltar muitas risadas. Os diálogos são repletos de redundâncias, as personagens são típicas (a mocinha ingênua, o mocinho cientista, o mutante carniceiro e um esqueleto sacana) e o filme é muito bom.

Para fazer lembrar os grandes clássicos como os filmes de Ed Wood, temos desde os fios de nylon para fazer "andar" o Esqueleto de Cadavra, até o figurino "prateado" dos alienígenas da década de 50.

Cenas hilárias, enredo totalmente furado (como não deveria deixar de ser) e uma grande homenagem com certeza do diretor Larry Blamire (que também interpreta o mocinho, Dr. Paul Armstrong).



Frases do filme:


"Como cientista eu gostaria de apreciar mais coisas... como cabanas... bicicletas..." (Dr. Paul Armstrong)

"Guarda Brad, eu sou um cientista, eu não acredito em nada!" (Roger Flaming, quando questionado se acreditava no Esqueleto de Cadavra)


"Cale-se! Eu estou dormindo agora..." (Esqueleto de Cadavra)




Links:


Site Oficial

Trailer no You Tube



CDX

terça-feira, 1 de julho de 2008

Album da Semana: Another Hair Of The Dog - Tribute To Nazareth (2001)



Album: Another Hair Of The Dog - Nazareth Tribute

Artista: Vários (tributo)

Ano: 2001

Categoria: Estúdio

Faixas: 12

Créditos: Glen Hughes (vocals and bass) / Chris Thompson (vocals) / Paul Dianno
(vocals) / Steve Overland (vocals) / Paul Chapman (guitar) / Bill Liesegang (guitar) / Bernie Torme (guitar) / Lea Hart (guitar) / Neil Murray (bass) / Nicky Moore (vocals) /Steve Grimmett (vocals) / Steve Parry (bass and guitar) / Phil Campbell (guitar) / Mick Moody (guitar) / Doogie White (vocals) / Pete Jupp (drums) / Rick Wills (bass) / Jem Davis (keysboards) / Marcelo Bracalente (bass).

Eu sou fã confesso de covers, ainda mais quando é bem feito como esse tributo ao Nazareth. Imperdível! Vocais de Paul Dianno (sempre ele... não perde tributo nem do Babau do Pandeiro!), Steve Grimmett (Grim Reaper/ Lionsheart), Doogie White (Rainbow), Steve Overland (FM Band), Glen Hughes (Black Sabbath / Deep Purple), e Nicky Moore (Samson). É demais moçada.....

E os grandes músicos não aparecem apenas nos vocais. Esse tributo conta com Neil Murray (Whitesnake / Black Sabbath) no baixo; Phil Campbell (Motorhead), Paul Chapman (UFO), Mick Moody (Whitesnake) e Bernie Tormé (Ozzy Osbourne) nas guitarras, Jem Davis (UFO) nos teclados e Pete Jupp (FM Band) na batera.

Minha versão favorita é a do Glen Hughes cantando Piece Of My Heart, conhecidíssima música no vocal da Janis Joplin, mas que poucos sabem que a música não é dela. Na verdade essa música foi composta por Jerry Ragovoy e Bert Berns, e gravada originalmente por Erma Frakiln (a irmã mais velha da Aretha Franklin) em 1967 (um ano antes da versão da Janis, que embora posterior, ficou mais conhecida).


Ouvindo agora!



CDX