
Um ótimo reveillon para todos e um feliz 2010. Espero que nesse ano que virá eu ganhe na loteria ou fique rico com esse blog.
Ueba!
CDX
"Rock n Roll, Cerveja, Pornografia, Literatura, Mavericks, Gatos, Trasheiras e afins"
No blog da cervejaria, o diretor James Watt alerta que a bebida deve ser consumida em pequenas quantidades, como o uísque. O anúncio de lançamento indica que apenas 500 garrafas de 330 mil foram produzidas. Metade delas será vendida por 35 libras e, as demais, custarão 250 libras, com direito a uma participação na empresa."
Ele estava internado desde o último dia 8 na Clínica São Vicente, na Zona Sul da cidade. Ele sofria de problemas nos rins.
Herbert tinha 86 anos e nasceu em Araraquara, no interior de São Paulo e começou a produzir filmes em meados dos anos 50. Foram cerca de 60 filmes ao longo de sua carreira.
Ainda nos anos 50 fundou a empresa que leva seu nome e começou na distribuição de filmes. Mais tarde, ela se transformou numa das pioneiras na dublagem Brasil e ainda hoje é uma das maiores no ramo no país.
"Essa é uma história antiga que surgiu, provavelmente, em 1965 - na época em que estava no auge a corrida espacial entre os Estados Unidos e a União Soviética. Até hoje, ainda ouvimos esse feito em palestras motivacionais nas empresas e/ou recebemos em nossas caixas de entrada. Segundo o texto, a Nasa teria investido milhões (algumas versões dizem bilhões) de dólares para criar uma caneta especial que escrevesse no espaço - onde não há gravidade e nem pressão atmosférica. No mesmo período, a Russia (ou União Soviética) teve uma solução mais simples e incrivelmente mais barata: Usou lápis para escrever no espaço!
Acontece que a história não é real! Apesar de ter sido mesmo criada uma caneta especial para se escrever no espaço, todo o investimento foi custeado pela empresa Fisher Space Pen Co. e, de acordo com o site da Divisão de História da NASA, não houve gasto por parte da NASA e dos contribuintes. Ou seja, a caneta espacial foi inventada pela Fisher, que financiou o desenvolvimento e depois vendeu as canetas, que você ainda hoje pode comprar a bagaça pelo site da Fisher Space Pen. Todo o projeto custou "apenas" 2 milhões de dólares e demorou "só" 2 anos para ficar pronto.
Mas antes do invento dessa caneta, os americanos já chegaram a utilizar lápis, mas este apresentava alguns problemas:
- O grafite é inflamável num ambiente com muito oxigênio como as naves espaciais;
- A madeira se quebrava com facilidade no frio extremo do espaço;
- Imagine só o estrago que deve ser um monte de pontas que se quebravam flutuando num ambiente sem gravidade!
O que pode ter originado esse mito foi o fato de que, em 1965, durante a missão "Titan 3", a imprensa "caiu matando" em cima da NASA por que a agencia teria levado na missão dois lápis - que custaram $128,00 (cento e vinte e oito dólares) cada um! Na verdade, seria um lote de 34 lapis, num total de mais de 4.000 dólares! O escândalo foi tão forte que até o Congresso Nacional teve que pedir explicação à NASA e ela, por sua vez, explicou que os lápis foram confeccionados com uma madeira muito mais leve e resistente, por isso eram mais caros (ai, se fosse aqui no ...).
Alguns anos depois a Fisher Pen Company criou o tal caneta com recursos próprios e, apesar da NASA ter usado o aparelho em diversas missões, nunca autorizou a Fisher a usar o seu nome no lançamento dos modelos das canetas. De qualquer forma, o dinheiro gasto para o desenvolvimento da "supercaneta" saiu do bolso da própria Fisher e esses gastos nunca chegaram aos bilhões de dólares. Cada caneta custava 4 dólares!"
Fonte> E-farsas"O HEAVEN & HELL, banda derivada do BLACK SABBATH, contando com dois membros fundadores (Tony Iommi e Geezer Butler) e outros dois que participaram ao longo dos anos (Dio e Vinny Appice), vai continuar em 2010. Pelo menos é isso que o seu agente informou ao Blabbermouth.
Segundo as informações do site, o HEAVEN & HELL deu uma parada pois Tony Iommi, o lendário guitar hero criador de alguns dos riffs mais marcantes e pesados da história do rock, fará uma cirurgia numa de suas mãos e precisará descansar algum tempo. Enquanto isso, a banda DIO irá excursionar pela Europa. Mas, para 2010, já existem planos.
Tony Iommi informou que a cartilagem do polegar da mão que ele usa para dedilhar está desgastada há mais de um ano, período que ele tem aguentado graças à anti-inflamatórios. Iommi completou dizendo que Eddie VAN HALEN também está com o mesmo problema. Parece que eles terão um tempo de férias para botar a conversa em dia."
Sem punheta por um tempo Iommi!
NOS TEMPOS DE BLADE RUNNER
Por Leandro CDX Morais
Ah como eu tenho saudades da década de oitenta! Aquela sim era uma época mágica. Tenho saudades de muitas coisas daqueles dias alegres. Naqueles dias você podia se vestir como bem quisesse, tudo era válido! Roupas coloridas, extravagantes, e o melhor: não eram brega. A breguice inventaram depois, já nos anos noventa.
Saudades dos grandes cinemas. Toda cidade tinha um. Antes quem lotava aqueles saguões e poltronas eram os fãs de Indiana Jones e Guerra nas Estrelas (isso mesmo, porque o tal de Star Wars inventaram depois, no final dos anos noventa). Hoje quem frequenta o mesmo espaço de outrora são fiéis buscando desencapetamento total. Todos os grandes cinemas viraram igrejas ou templos.
Sinto falta até mesmo dos detalhes mais frívolos daqueles dias, como por exemplo os anúncios luminosos com tubos de neon. O bom e velho gás nobre, incolor e inerte era magia pura naqueles anos! Tudo na noite divertida e sem limites ele iluminado e colorido por esse gás. Hoje modernizaram tudo. Os velhos luminosos com neon foram suplantados por placas com iluminação interna. Muito mais economia e luminosidade. Muito menos charme.
Os luminosos de outrora tinham a peculiaridade de emitir um zunido singular quando ligado, coisa que nunca souberam me esclarecer porquê. Altas horas da madrugada, o trânsito repousava e os pedestres não passavam. Era o momento que reinavam os letreiros com neon. O centro da cidade (assim como de qualquer outra cidade oitentista, imagino eu) concentrava a maioria dos luminosos com neon. E era na madrugada que eles rompiam o silêncio com sua sinfonia característica. Eram letreiros de restaurantes, padarias, farmácias, das Pernambucanas, do Banco do Brasil e até de lojas que hoje ficam só na memória como a Soesma, Mesbla e Brasileiras.
Uma coisa que começou a melhorar a partir dos anos noventa foi o investimento em iluminação pública. Anteriormente até mesmo as avenidas centrais eram parcamente iluminadas. Assim sendo os locais onde existiam os luminosos com neon eram pontos, digamos, privilegiados para qualquer atividade noturna, como por exemplo a prostituição. Era corriqueiro passar pela madrugada e avistar abaixo de um grande letreiro com neon uma profissional do sexo aguardando o próximo cliente. Salto alto, batom vermelho berrante, mini saia, cabelo com topete a base de cosméticos. Naqueles tempos as mulheres da vida tinham estilo. Lembro-me que a Tina Turner certa vez comentou que para ser sexy na década de oitenta bastava mini saia, batom vermelho e salto alto. E com as pernas que ela tinha estava certa!
As prostitutas tinham um outro padrão. Eram carinhosas, boas de papo e de cama. Valia cada centavo de cruzado investido. Ah que saudade dos anos oitenta! As meninas de hoje não tem o mesmo jogo de cintura. Não sabem conquistar o cliente como as veteranas faziam. Hoje é só "recebo adiantado" , "não beijo" , "não faço isso nem aquilo". Quem se sente prostituído com tantas exigências é você! Antigamente não tinha nada disso.
Só o fato de cobrar antecipado já é um sacrilégio! Pagar por um serviço ainda não realizado pra mim é uma ofensa! A embalagem muitas vezes até é bonita, mas nem sempre o conteúdo corresponde ao esperado. A uns vinte anos atrás o procedimento era outro. A relação cliente/prestadora de serviços era mais amigável. Existia confiança, até porque a menina sabia de seus dotes e sabia que cliente feliz "volta sempre". Ah, anos oitenta!
Um sábado a noite, na década de oitenta, para um solitário era totalmente diferente do que é hoje. Normalmente nosso hipotético amigo oitentista ficava em casa porque seus amigos tinham encontro com as namoradinhas. Então começava a assistir um Super Cine. Como era a trigéssima vez que a Globo exibia Stallone Cobra (naquele mês!), ele decide desligar a TV e ligar o rádio. Quem sabe ouvir um rock lhe ajuda a matar o tempo. Na estação de rádio rolava um RPM. Nosso amigo solitário já está de saco cheio do Paulo Ricardo. Então qual sua opção? Ir em busca de uma prostituta à espera em algum luminoso com neon.
Veste sua jaqueta, calça seu All Star e sai com seu Passat. Até mesmo andar de carro ou de motocicleta era mais divertido nos anos oitenta. Automóveis com quebra-vento e afogador. Cinto de segurança não era necessário apesar de não existir radares controladores de velocidade. As motos eram pura emoção. Ninguém usava capacete. Às vezes não usavam nem camiseta. Era uma vida arriscada mas divertida. Hoje em dia tenho a sensação que morre mais gente no trânsito apesar dos procedimentos de segurança cada vez mais rigorosos. Mas essa é história para uma próxima crônica. Nosso herói, apesar das tossidas do Passat, chega à área dos luminosos com neon. Lá encontra uma garota com uma bolsa vermelha, combinando com seus sapatos e seu batom. É amor a primeira vista! Eles saem rumo a um motelzinho ali perto ao som de Flash Dance no toca-fitas. Isso sim era vida! Como gostava de ser assim. Nosso protagonista de mais de duas décadas atrás hoje é um cronista solteirão amargurado que gostaria que o tempo voltasse.
Atualmente, em tempos de internet dominando tudo, posso afirmar com precisão que os jovens com seus hormônios transbordantes, preferem ficar em casa, buscando uma pornografia asiática na tela do computador, ao invés de se aventurar nas ruas da cidade. Preferem jogos on line do que dirigir carros de verdade. Preferem MSN à uma boa flertada cara à cara. Não é à toa que os pais receiam que seus filhos tornem-se nerds eternos. Pelo menos não tive filhos para passar por esse desgosto.
Dia desses saí para dar uma volta no sábado a noite. Já não era a mesma coisa. Meu carro antes engasgante não sofria mais desse problema: agora ele era flex e tinha injeção eletrônica. Não podia mais ouvir o toca-fitas. Quando troquei de carro o novo modelo veio com CD player com bluetooth. Nunca soube usar aquela porcaria.
Passei lentamente pela antiga avenida dos luminosos. Não havia mais letreiros com neon. E as profissionais do sexo eram todas mal-encaradas. Não tive vontade de parar. Naquele momento senti um vazio no peito. Dei meia volta com os olhos lacrimejantes. Acho que sinto mais falta dos luminosos com neon do que das prostitutas. Elas talvez um dia voltem a ser como eram. Entretanto os letreiros com neon não voltam mais. Ah como eu tenho saudades da década de oitenta!