terça-feira, 2 de novembro de 2010

Personalidade da semana: Johnny Deep




Johnny Deep é um dos meus atores favoritos. Conhecido por sua versatilidade, é um verdadeiro camaleão das telas. Cada personagem que interpreta tem uma peculiaridade.

Johnny chegou à cidade do pecado em 1983. Logo que desembarcou em Los Angeles se atracou com uma maquiadora (Lori Anne Allison), com quem se casou e divorciou dois anos mais tarde.

A maquiadora teve certa influência na carreira de Deep. Foi ela que o apresentou a Nicolas Cage, que foi quem arranjou o primeiro papel: uma ponta no A Hora do Pesadelo (A Nightmare on Elm Street de 1984).



A parceria duradoura com o diretor Tim Burton viria somente em 1990, quando fizeram Edwards Mãos de Tesoura. Depois do estrelato, Burton e Deep ainda estariam juntos em Ed Wood (1994), A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça (1999), A Noiva Cadáver (2005), A Fantástica Fábrica de Chocolate (2005), Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet (2007), e Alice (2010).




Esses filmes já serviriam para consagrá-lo como um grande ator. Mas além desses atuou na trilogia de Piratas do Caribe, Era uma Vez no México, e Em Busca da Terra do Nunca. Além disso tem os meus favoritos: Do Inferno (2001), Profissão de Risco (2001), O Último Portal (1999) e A Janela Secreta (2005).

E além de grande ator é também um mulherengo de mão cheia. Além do casamento já citado, passou a rola em Winona Ryder, Kate Moss, Jennifer Grey, e Sherilyn Fenn, isso só para contar as famosas.




Johnny Deep também é bem seletivo quanto aos seus pápeis. Ele é conhecido por recusar personagens de sucesso, simplesmente porque não foi com a cara do filme, do diretor ou da personagem. Ele está em um nível que prefere pegar um papel divertido em um filme de baixo orçamento, do que um mala em uma super produção.

Algumas de suas recusas foram os pápeis de Keanu Reeves em Velocidade Máxima, Tom Cruise em Entrevista com o Vampiro, Brad Pitt em Lendas da Paixão e Leonardo di Caprio em Titanic.

Esse é foda!

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