A bela e trágica obra "O Lago dos Cisnes" de Tchaikovsky inspirou o filme Cisne Negro (Black Swan - 2010), com Natalie Portman, recebendo inclusive múltiplas indicações para o Oscar 2011. Assisti o filme ontem no cinema e gostei muito. Merece a estatueta de melhor atriz sem dúvida! Principalmente pelas cenas picantes da senhorita Portman, hehe. Mas falando sério: ficou excepcional a interpretação.
Entretanto para entender o filme, o expectador precisa saber, mesmo que superficialmente, sobre o que trata o Ballet que originou a película. Assim sendo, em mais um serviço de utilidade pública, o
MOVER, MATAR E DESTRUIR, orgulhosamente apresenta, sua versão "fabulosa auto-explicativa" d"O Lago dos Cisnes". Eis a fábula da semana:
O LAGO DAS TRETAS
Adaptação livre por Leandro CDX Morais da obra O LAGO DOS CISNES de Tchaikovsky

Eis que em um reino distante, pra lá de Bagdá, vivia um tal príncipe Siegfried, que curtia uma boa festa e bebedeiras no puteiro.
Chegado o dia de seu aniversário, o príncipe promoveu uma festa de arromba, com muito vinho, mulherada fácil, comida farta e música ao vivo.
Entre os muitos presentes que ganhou, recebeu de sua mãe, a Rainha, um kit de arco e flecha. Como exímio caçador, Siegfried curtiu o presente.
Naquela noite, depois de tomar todas, e já sentir que o fígado apresentava sinais de esteatose hepática, decidiu que já estava ficando velho demais para tanta zona. Queria sossegar, deixar de lado a putaiada... acabou por prometer para a Rainha que escolheria uma esposa.
Mas antes da escolha partiu para uma última caçada, para estrear o presente da mamãe. Saiu a esmo e acabou andando pelo bosque, onde existia um formoso lago repleto de cisnes, todos branquinhos como se fossem lavados com
Vanish Poder Ativo [merchan autorizado, preciso ganhar os trocados].
Encantado com aquelas belas aves brancas, se destacando no entardecer, o príncipe proferiu:
_ Que bonitinhos esses belos cisnes! Vou matar esses putos! --- E armou seu arco para disparar.
Mal sabia ele que não eram simples cisnes. Eram mulheres amaldiçoadas! Aquele bosque era o domínio do feiticeiro Rothbart, que como todo feiticeiro mal fazia muitas maldades!
Entre suas malfeitorias, Rothbart certa vez enfeitiçou a Princesa Odette, todas as suas damas, e também sua irmã Odile. Transformou a mulhegada tudo em cisne! Que véio lazarento! Com certeza não comia ninguém!
Assim, as gostosas durante o dia eram cisnes, e durante a noite retomavam sua forma humana. Essa foi a sorte da galera com pena! Pois na hora que o Príncipe Siegfried ia disparar, o Sol ocultou seu último raio, a as belas voltaram a sua forma feminina.
Ao ver a princesa Odette, bela e formosa diante de si, toda peladona e molhadinha... o príncipe não pensou duas vezes: é com essa que vou casar! Ele jurou amor à ela! A mina explicou sua situação avícola, e o herdeiro do trono topou mesmo assim, pois se ela tivesse um verdadeiro amor a maldição seria quebrada:
_Tá limpo mina! Eu vou te comer e fica tudo certinho! --- confirmou o príncipe seu compromisso de amor eterno.
Porém, o véio bocó não curtiu o final feliz! Se ele, brocha do jeito que era, não ia comer a branquinha, o galã também não ia. Rothbart disfarçou-se de um nobre cavaleiro e apresentou-se no castelo do príncipe com sua filha, para oferecer a garota como pretendente.
Na realidade a suposta filha do caveleiro era Odile, a irmã gêmea malvada da Odette. A biscate era tão má, tão sangue ruim, que quando o feiticeiro amaldiçoou o povo, ela se transformou em um cisne negro (tá sacando a parada do filme agora?!).
Assim sendo, o Sigfried bateu o olho na Odile, e achou que era a Odette. Achou que era o cisne branco e era o cisne preto macumbeiro. E acabou casando com a mina errada! Babaquara mesmo!
Quando a princesa Odette descobriu o acontecido, soltou aquela frase clássica da Rita Cadillac:
_Eu só me fodo!
Ela ficou incorformada. Puta sacanagem daquele véio pinto mole! O príncipe descobriu o engano, e correu para se explicar para Odette. Mas até provar que focinho de porco não é tomada, a merda já estava no ventilador: Odette, o cisne branco, se jogou em um precipício, e com a morte enfim encontrou a liberdade da maldição (só no cérebro de passarinho dela!).
Moral da história : Oh cornuda escrota! Pular de um penhasco não resolve seu chifre não! Tinha que ter chegado na voadora na sua irmã biscate, feito voar pena preta pra todo lado!
CDX